
Estou em férias compulsórias, no interior, alojada na casa de minha irmã, Míriam, grávida de 5 meses, mãe de Pedro, rapazinho de quase 2 anos.
Durante a última semana toda, Pedro, que sempre foi de noites calmas, começou a acordar de madrugada e ficar disparado chamando manhê, mãããae, manhê... e se não visse resultado, estrategicamente partia para pai.... paiêêê, paiê, paiê...
Míriam: - Ele agora tá nessa de acordar de madrugada e eu com tanto sono, acordando cedo, não consigo dormir porque a gente o leva para cama e o danadinho puxa a orelha de Flávio e com os pés empurra minha barriga ou minhas costas.
Eu: - Ah, conselho meio super Nany, mas deixa ele chamar, não atenda. Quando ele se cansar vai dormir de novo... afinal, ele não chora mesmo!
Às três horas da manhã, após o
insight psicopedagógico, escuto Pedro entoando: titia, titiaaaaa, titia, titiaaaaaa...
E ao fundo escuto Míriam e Flávio rindo. Na verdade, parecia que até Pedro, entre um gritinho e outro dava uma risadinha.
Como boa tia que, apesar do conselho, sou, levantei e fui toda descoordenada dar assistência ao infante. Por sorte já topei com o pai a gargalhar pelo corredor.
E lá se vai minha pseudo carreira de psicopedagoga... ahhhh danado!
;-)